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lunes, 1 de junio de 2020

Convocatoria "Una Antropología de la Praxis TV"


Mafalda, la niña inconformista y encantadora | Cultura | EL PAÍS


Estimad@s amig@s de Una Antropología de la Praxis.
Desde hace algún tiempo lanzamos a la web un espacio donde nos propusimos debatir usos y destinos del conocimiento, asuntos de interés antropólogico y poder compartir algunas informaciones en un grupo de facebook. De a poco, el grupo fue creciendo, con integrantes de diferentes paises, colegas de diferentes profesiones de las ciencias sociales y estudiantes inquiet@s que se fueron enganchando con los temas propuestas y fueron proponiendo otros. De a poco decidimos transformarnos en un medio de comunicación donde sistematizar, ordenar y ampliar aquello que había comenzado en facebook. Fue aspi que creamos este blog, nuestro canal de YouTube y un podcast, abarcando así: gráfica, TV y Radio, desde la web.
Hemos realizado (y continuaremos realizando) entrevistas con distint@s compañer@s y colegas. Creemos que nuestras disciplinas deben ser debatidas dentro y fuera de los recintos sagrados como salas de aulas y academias en general, generando un ida y vuelta con la población. Para eso, pensamos el modo de relacionarnos con diferentes actores integrantes de colectivos políticos, militantes, agrupaciones gremiales...en fin, digamos con tod@s aquell@s que investigamos y muchas veces objetivamos, con un propósito: preguntarnos sobre usos y destinos del conocimiento y cuáles son nuestras posibilidades y límites de participar en procesos de transformaciones sociales y luchas. Porque creemos que la realidad debe ser interpretada y transformada sin que sean términos contradictorios, aunque sí complementarios.
Estamos detrás de algunas inciativas para las cuales necesitamos colaborador@s que nos ayuden a fortalecer un espacio colectivo.

Convocamos: interesad@s en ser parte de Una antropología de la praxis TV. La propuesta?, un programa de TV sobre antropología y ciencias sociales, qué hacemos con lo que estudiamos?. De qué podemos trabajar?. Posibilidades y límites de ser parte en transformaciones sociales...Debates, entrevistas, reflexiones, investigaciones, la actualidad de nuestras disciplinas en cada uno de nuestros países, convocatorias, etc.
Convocamos:
  1. interesad@s a sumarse a éste proyecto de los diferentes países representados aquí, en este grupo con intenciones de pensar en una espacio que piense la academia y más allá.
  2. Voluntarios que tengan conocimiento sobre manejo de herramientas audiovisuales e internet
  3. Integrantes de espacios y colectivos tales como agrupaciones estudiantiles, gremiales, movimientos sociales, feministas, asociaciones comunitarias, investigadores de diferentes áreas afines a nuestras disciplinas.
  4. Miembros de otros espacios de divulgación: bloggers, youtubers, periodistas, etc


Buscamos que este espacio se transforme en un colectivo y que puedas apropiarte de un espacio que piense: investigación/producción de conocimiento/reflexión/transformación
Escribenos con el asunto "Sobre programa de TV" a antropologiadelapraxis@gmail.com
Te esperamos!!!!

domingo, 8 de marzo de 2020

Novedades!!!.

Se vienen: actualización de nuestro canal de YouTube. 
Agencia de noticias!
Radio: Una antropologia de la praxis
Precisamos sumar fuerzas y contamos con tu colaboración!
Suscríbete a nuestros espacios y forma parte de esta construcción que cree en la necesidad de reflexionar sobre conocimiento, aplicación y tranformación social
Acércate a participar de este proyecto colectivo!!
Blog: https://unaantropologiadelapraxis.blogspot.com/
También puedes acompañarnos en nuestra página hermana 

sábado, 17 de agosto de 2019

Conferência Virtual Uma Antropologia da Práxis: análise e reflexões sobre usos e destinos do conhecimento. 28 e 29 de novembro de 2019 (1ª circular)



Una antropologia de la práxis nasceu como o título de uma obra final de Bacharel em Antropologia Social apresentada na Universidade Nacional de San Martín, na Argentina, em 2016. Preocupada com os usos e destinos do conhecimento, pensando e perguntando sobre o relacionamento Entre o que estudamos e a transformação social e, além disso, acreditando na necessidade de refletir sobre nós mesmos, decidimos que era necessário um encontro virtual para encontrar outros profissionais motivados pela mesma preocupação. No mesmo sentido - e sabendo que muitas vezes as academias, por razões políticas, possibilidades etc., deixam de incluir todos os profissionais - acreditamos que é possível usar e construir outros espaços complementares, e o mundo virtual é um deles. deles.
Assim nasceu “Una antropologia de la práxis” nasceu, como grupo no Facebook, blog e canal do YouTube. A partir da construção cotidiana e com os limites da vida cotidiana e das condições impostas pela nossa própria reprodução material da existência, decidimos criar um espaço no qual fazer da antropologia principalmente, mas dialogando com as outras ciências sociais, um meio de comunicação, de divulgação, reflexão e debate. Mas fundamentalmente um espaço a partir do qual pensar em transformação social. Como articular nossas disciplinas com propostas que orientem a influenciar políticas voltadas à equidade social[1]. Partindo dessa premissa, consideramos que é possível discutir e colocar o problema da transformação sobre a mesa e acreditamos que esse espaço virtual que vem crescendo pouco a pouco pode dar outro passo ao propor a I Conferência Virtual “Una Antropologia de la Práxis”. Mais uma vez, entendemos que este dia será um evento de socialização do conhecimento onde a intervenção online e gratuita de seus participantes permitirá a livre apresentação e divulgação do trabalho, superando os custos que envolvem cadastramento, viagens e hospedagem que envolvem eventos em um local físico. @s trabalhos permanecem sem a possibilidade de serem apresentados.

Objetivo geral:

Gerar um espaço de debate que problematize o exercício da antropologia (e convidar outras ciências sociais a partir da noção de práxis, entendendo-a como uma prática orientada para a transformação social.

Objetivos específicos:

·          Refletir sobre o trabalho científico-social baseado na relação entre pesquisa, aplicação e transformação social

·          Aprender sobre experiências relacionadas ao trabalho além da academia: militância política, diferentes formas de ativismo, ciências sociais aplicadas e intervenção em problemas sociais específicos

·          Discutir e elaborar propostas em torno do presente e futuro de nossas disciplinas: notícias e desafios ouvindo as vozes de alunos, professores, gestores e protagonistas de nossa pesquisa (leia os chamados objetos de estudo)


Convocatória

A partir de uma antropologia da práxis, convocamos profissionais da antropologia e outras ciências sociais, estudantes e atores sociais, como movimentos sociais, comunidades indígenas, militantes de diferentes espaços, etc. Convidamos você a apresentar seu trabalho e propostas que possam ser resultado de pesquisas, preocupações, atividades militantes, atividade estudantil, vínculo com profissionais e pesquisadores, etc. Queremos que o trabalho inclua entre seus temas a questão da transformação e o relacionamento com as ciências sociais. Seja a partir de uma experiência de pesquisa, do campo de intervenção, militância, etc., buscamos que cada apresentação consiga refletir sobre o exercício da antropologia e outras ciências sociais.

Eixos temáticos
Com base em alguns eixos temáticos que desenhamos, convidamos os interessados ​​a integrar diferentes áreas de trabalho e a apresentar exposições livremente em uma ou mais áreas. Da mesma forma, nesta etapa inicial e antes da segunda circular, sugestões são aceitas e recebidas para modificar o conteúdo desses eixos temáticos ou para incorporar outras que sejam de interesse.
1.        Conceitos, teorias universitárias e capitalismo
Este eixo temático busca aprofundar aspectos que mostram a produção do conhecimento como um aspecto não divorciado dos contextos sociopolíticos. Espera-se que as obras apontem para problematizar a ligação entre teorias, conceitos e produção científica com a realidade política e econômica do sistema capitalista. Trabalhos que possam refletir sobre nossas próprias disciplinas são bem-vindos. Como exemplo, pode-se citar o contexto em que as ciências sociais surgem e se desenvolvem, a escolha de nossos objetos de estudo como campos disciplinares específicos, produção teórica em determinados momentos, etc.
Da mesma forma, esta tabela procura problematizar nosso papel profissional como atores políticos e de que maneira conceitos e debates trabalhados em nossas disciplinas aparecem em discursos políticos, em organizações internacionais ou no campo empresarial, tais como conceitos como cultura, identidade, diversidade que se formaram. a tradição antropológica, enquanto parte ativa da agenda política internacional e da mídia. Nesse sentido, buscamos refletir sobre a relação entre produção de conhecimento, que inclui universidades, pesquisadores e pesquisadores como indivíduos e como coletivos no marco do sistema capitalista global.
2.        Para os alunos: o que eu penso do que estudo?
Convocamos os alunos com o objetivo de conhecer seu olhar, suas expectativas, ilusões e decepções. O que eles pensam de suas carreiras, de suas universidades?O que eles pensam sobre o que estudam e quais são seus objetivos? Esperamos exibições gratuitas com essas e outras idéias que possam surgir e que tenham estudantes como protagonistas.

3.        Antropologia e ciências sociais aplicadas
Neste grupo de trabalho procuramos conhecer experiências na área da prática profissional além da academia. Para isso, esperamos exposições que discutam as ciências sociais aplicadas e sua intervenção em problemas sociais específicos.Receberemos trabalhos que enfocam nossos próprios casos, intervindo em áreas como políticas públicas, saúde, educação, organizações não-governamentais, conflitos, perícia antropológica e todos aqueles casos em que nossa presença profissional tem sido obrigada a intervir em um problema social particular.Trabalhos referentes a casos específicos de intervenção que não envolvam diretamente o autor do trabalho, como casos de profissionais participantes de intervenções conhecidas pela história da disciplina, também serão aceitos.
4.        Apresentar e desafios, como pensar em transformação além do comprometimento individual
Pretendemos gerar um espaço para discussão sobre o presente de nossas disciplinas e os desafios. Procuramos aqui apresentar trabalhos que pensem sobre a atual relação entre as ciências sociais e a transformação, tentando superar a ideia do mero comprometimento individual de cada profissional. Pelo contrário, pretendemos pensar sobre a transformação baseada em possibilidades e limites que nossas disciplinas têm como ciências.
O que acontece em cada um dos nossos países, um exemplo de nossas universidades e que representamos aqui, qual é a sua ligação com o mundo extra-acadêmico: movimentos sociais e diferentes grupos militantes. Qual o grau de presença que temos em nossa sociedade, as pessoas comuns nos conhecem? Que desafios enfrentamos em relação à divulgação, rigor científico e debates entre ficar na torre de marfim ou construir pontes entre dentro e fora das academias.
5.        Militância e prática profissional. Limites e possibilidades
A ideia deste grupo de trabalho é refletir sobre o compromisso e distanciamento, sobre as possibilidades, limites ou impossibilidades (como é considerado) da coexistência da prática científica e da atividade militante. Estamos especialmente interessados ​​em saber como o feedback entre as duas atividades é possível (se for). Como a militância política pode ser nutrida pelas contribuições de nossas disciplinas e, inversamente, o que as ciências sociais da militância política e seus atores podem incorporar? Trabalhos que comentam sobre a experiência pessoal neste campo, pesquisas ou observações analíticas que abordam o assunto podem ser enviados.

Metodologia da Conferência "Uma Antropologia da Práxis"
O desenvolvimento deste dia será baseado na modalidade virtual e audiovisual. Vamos escolher uma plataforma a partir da qual poderemos realizar as exposições Por se tratar de uma modalidade audiovisual, acreditamos que é necessário conferir uma dinâmica especial que varia da modalidade organizada em eventos presenciais e, para agilizar as apresentações, cada expositor terá um tempo máximo de 5 minutos para apresentar o seu trabalho. Os expositores terão um dia e horário previamente acordados de acordo com a programação de seu país e deverão apresentar sua exposição filmada ao vivo ou gravada (a ser definida de acordo com horários, localização, etc). Então, o tópico pode ser discutido deixando um comentário escrito ou uma participação em vídeo de todos que estão assistindo à exposição. Isso dependerá da plataforma a ser usada. Em cada caso e cada exposição deve ter dois retornos de membros do mesmo eixo temático em que a apresentação foi apresentada. O objetivo é que nenhuma exposição seja deixada sem comentário.
Cada eixo temático será integrado por diferentes pessoas que apresentarão seu trabalho e, por sua vez, serão comentaristas de outro. No caso de um dia visual e on-line, não há regras de redação para apresentar os trabalhos. No entanto, os textos devem ser enviados como um resumo de cada um dos artigos na forma escrita e não excedendo 4 (quatro páginas A4 de comprimento).

Datas
As datas de conclusão do dia serão na quinta-feira 28 e sexta-feira 29 de novembro de 2019. Os trabalhos podem ser enviados a partir da publicação desta circular. Pedimos que você nos envie os tópicos de interesse para estabelecer os membros de cada tabela temática. Mail para enviar trabalhos, sugestões e tópicos de interesse E-mail:  antropologiadelapraxis@gmail.com

17 de agosto: primeira circular, apresentação e fundamentos do dia com os eixos temáticos iniciais
Até 8 de setembro : Apresentação de tópicos de interesse, idéias de apresentações que cada expositor quer fazer. Definição e resolução da plataforma a ser adotada, folheto de divulgação Realização de alguns testes experimentais da plataforma virtual a ser adotada 
9 de setembro : segunda circular, folheto final e divulgação da plataforma adotada com a metodologia de trabalho correspondente
29 de setembro : último dia de prazo para enviar sugestões, adicionar, modificar eixos temáticos e tudo relacionado à organização do conteúdo temático. Os eixos temáticos devem conter a ideia central do que se pretende abordar abrindo o convite para as obras que se espera que sejam recebidas.
7 de outubro : terceira circular com eixos de obras definitivas e nomes dos membros de cada uma das mesas temáticas.
31 de outubro: Último dia para apresentar resumos das apresentações. Cada trabalho deve conter: nome e sobrenome dos expositores, instituição a que pertencem, grupo ou grupo de afiliação (se houver). Título do trabalho e texto resumindo o que será a exposição (máximo de 4 páginas A4)
10 de novembro: divulgação da quarta circular com cronograma definitivo, calendários e cronogramas de apresentação. Comentaristas responsáveis ​​por cada retorno.
16 e 17 de novembro: teste simulado.
28 e 29 de novembro desenvolvimento da conferência


viernes, 17 de mayo de 2019

Ahora también en YouTube!!!

Inauguramos nuestro canal en YouTube y lo inauguramos con la cobertura de la gran jornada de lucha en defensa de la educación en todo Brasil!!!. 
Desde allí continuaremos construyendo éste medio de comunicación para seguir haciendo de la antropología un medio de comprensión y también una herramienta que contribuya a la transformación. Te esperamos e invitamos a que te sientas parte y te sumes a ésta construcción colectiva. 


sábado, 27 de abril de 2019

Sobre Una antropología de la praxis


Este sitio pretende ser un medio de comunicación donde problematizar acerca de antropología y otras ciencias sociales: compromiso, aplicación y transformación. Porque creemos que la pregunta por usos y destinos del conocimiento nos atraviesa y que es una inquietud de gran parte de estudiantes y profesionales. Preguntarnos por usos y destinos del conocimiento es interrogarse ¿por qué, para qué, para quién?. Y, especialmente, creer que la transformación social bien puede ser un problema epistemológico. Por esta razón queremos pensar el vínculo entre academias y más allá. ¿Dónde y de qué manera participamos colaborando en la resolución de problemas sociales?. ¿De qué manera podemos contribuir a profundizar esos problemas?. Acaso antropólog@s y demás cientistas sociales, ¿somos también actores polític@s donde desde la aplicación y desde la academia participamos en la configuración del mapa geopolítico?. ¿Cuál es la relación entre conceptos, teorías y el mercado?. 
¿Es posible conciliar la actividad militante, el compromiso político con la nuestra actividad profesional?. Éstas preguntas esperan motivar el debate y la puesta marcha de nuevas ideas  que que nos ayuden a pensar en la praxis donde seamos capaces de interpretar pero también de transformar el mundo. Contamos con ustedes!!!

Una antropología de la praxis

AGENDA: jornadas y eventos, charlas, convocatorias

Te invitamos a seguir la Agenda Una Antropología de la Parxis, un resumen diario sobre todo los relacionado a   congresos, charlas, convocat...